
Quando a madrugada se anuncia
Teu nome eu pronuncio,
Bem baixinho,
Com a esperança de que tua alma
Sondando a minha,
Também amanheça
Como a Estrela da Manhã.
Esse amor que trago no peito,
Como um espinho
Em meu pobre coração,
Grita tão alto,
Quando eu te falo num cicio
Deste sentimento que me alimenta.
É ele que me faz levantar,
Viver e esperar,
Como a Penélope de modernos tempos...
E, na janela, contemplando o belo dia,
Mando-te através do vento
Beijos e sussurros de paixão...
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