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ESPALHO POEMAS EM SEU CAMINHO COMO FLORES PARA OFERECER-LHE MAIS BELEZA

sábado, 25 de julho de 2015

MINHA TRAJETÓRIA


Deixei para trás
O porto seguro de meus pais,
A convivência feliz com os irmãos,
A infância dourada,
A adolescência sonhadora,
A juventude de aventuras,
Alegrias e dores,
Risos e lágrimas...
Deixei para trás pedaços de mim
Para reconstruir-me na verdade
De meus passos, de minha caminhada,
De meu passado,
De minha história...
Deixei para trás as ilusões,
A falsidade de meu ego,
Todos os rancores e mágoas...
Enterrei meus tolos conhecimentos
E a arrogância pueril...
Então, mergulhando
No oceano da sabedoria,
Encontrei minha pura essência
E a Paz instalou-se em mim...

terça-feira, 21 de julho de 2015

POESIA MORTA


Acaso está morta a poesia em mim?...
Acaso está morto meu coração?...
Diante da tristeza e da decepção
Fecharam-se meus olhos?
Meus ouvidos e minha boca?
Morreram em mim
os mais nobres sentimentos?
Calaram-se meus pensamentos?
Não, não pode ser!...
Se morre a poesia, morro eu,
Como folhas secas pelos caminhos...
Como plantas que só dão espinhos...

sábado, 11 de julho de 2015

MENINA TRISTE


Não me engana, menina, 
Este teu sorriso...
Teus  olhos tristes denunciam
Noites mal-dormidas
Com certa saudade 
Ardendo em teu peito
E um amor doido 
A corroer-te a alma...
Tu não te expões,
Pois, por dentro, 
Tu sangras
E não és mais
Que uma ferida...
Pobre menina triste!
Onde colocaste teus sonhos
E tuas esperanças?
Tu pias com os pássaros,
Dentro da noite,
E a dor te açoita
Num grito que estanca
Em tua garganta
Todo pranto e soluço.
Tu morres ao entardecer,
Mas renasces no amanhecer...
Pobre menina triste!

terça-feira, 7 de julho de 2015

LEMBRANÇA INCONSCIENTE



Eu conheço este lugar...
Em algum tempo esquecido
Eu já estive aqui.
Conheço estas velhas árvores
E já ouvi este canto de coruja
Numa madrugada fria...
Ah, sim!...
Andei por este caminho,
Pisei sobre folhas mortas,
Talvez estas, talvez outras...
Lembro-me que aqui
Fui consumida
Por um louco amor.
Muitas vezes morri,
Mas ainda vive em mim
Esta imensa dor
E esta desesperada saudade
Do tempo em que vivi aqui...

segunda-feira, 6 de julho de 2015

MEU CAMINHO


A estrada se alonga
E a saudade me esmaga,
Mas tenho fé!
Ainda espero que este caminho
Muitas alegrias me traga.
E, se a noite se prolonga,
Mais radiante será o despertar!
Lá adiante está a aurora,
Pouco importa  
O lento passar das horas...
Que me resta senão esperar?!
Lá adiante, sei lá,
Hei de o Amor encontrar!
O amor no sorriso das crianças,
No olhar cansado do ancião...
Sempre renovando a esperança
Na fogueira de meu coração!


MEU LIVRO DE POESIA

MEU LIVRO DE POESIA
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