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segunda-feira, 12 de novembro de 2012

DIAMANTINA






Andando por suas ruas estreitas e tortuosas
Sinto o cheiro de jasmins e rosas.
Ouço sussurros do passado
E vejo a Chica gloriosa.
Sinto o ar puro do cerrado,
Cheio de belezas infindáveis.
Ao fundo a imponência do Espinhaço,
Que esconde maravilhas nem sonhadas.
Escuto o canto das cascatas
E bebo de sua água pura e cristalina.
Vivo a História
Em cada beco e em cada esquina.
Sou tomada de pura alegria
Como se menina fosse a cada dia...
Contemplo o pico do Itambé,
Danço na Baiuca e no Mercado
Ainda canto e sonho até
Nas belas noites de “vesperatas”...
Seu povo é marcado
Pelo acolhimento e melodia...
A gente sobe e desce morros
Sem sentir o cansaço...
Porque a Beleza nos segue a cada passo...
Isso é Diamantina!




3 comentários:

  1. Minha querida

    Diamantina deve ser mesmo um bibelot...Uma linda homenagem num belo poema.

    Um beijinho com carinho
    Sonhadora

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  2. Maria Luiza, lindos versos. Eucestudeicem Diamantina no colégio Nossa Senhora das Dores, aquele que tem uma passarela unindo dois prédios.
    Gostaria de perguntar se você conhece uma Poesia chamada Sangue e areia do bispo daí que usava o codinome Anibel Filho. Você poderia me enviar no Email...eu deckaneivesta Poesia em Campina Verde MG no ginásio, sei unas estrofes, nas infelizmente esqueci alguns. Fala de uma mãe com seu filho no deserto. Começa assim: vinde-vos comigo as terras do oriente esquecendo o dia esquecendo a farsa toda esta Babel da multidão fremente todo o Frenesi da sedução que passa
    Vinde vinde ver comigo no Areal eterno onde às vezes chega um coração materno
    mjfrangetto@gmailcom

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  3. Maria Luiza, lindos versos. Eucestudeicem Diamantina no colégio Nossa Senhora das Dores, aquele que tem uma passarela unindo dois prédios.
    Gostaria de perguntar se você conhece uma Poesia chamada Sangue e areia do bispo daí que usava o codinome Anibel Filho. Você poderia me enviar no Email...eu deckaneivesta Poesia em Campina Verde MG no ginásio, sei unas estrofes, nas infelizmente esqueci alguns. Fala de uma mãe com seu filho no deserto. Começa assim: vinde-vos comigo as terras do oriente esquecendo o dia esquecendo a farsa toda esta Babel da multidão fremente todo o Frenesi da sedução que passa
    Vinde vinde ver comigo no Areal eterno onde às vezes chega um coração materno
    mjfrangetto@gmailcom

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