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domingo, 19 de janeiro de 2014

MAL DE AMOR




Que sabes de solidão?
Acaso conheces a terra
De meu coração?
Que te importa
Se a noite é vazia
E tua ausência
É um grito sufocado
Em meu peito?...
Que te importa
Se meus gestos
São lentos,
Semelhantes à catatonia
De alguém que sofre 
de um mal sem cura?...
O tempo passou...
Por várias veredas andei,
Debaixo de chuva e de sol,
Longe ou perto,
Sempre contigo
Em minha carne
Encravado
Tudo vivenciei...
Te trazendo em minh’alma
Como doce lembrança...
Ah, amor, como quisera
Que, pelo menos,
Mais uma vez,
Por meu caminho cruzasses
Que pudesses olhar
Meus olhos tristes,
Mas de um sentimento
Tão profundo de esperança...
Volta o verão,
As estações se vão
E eu, querendo
Voltar no tempo
Para a única noite
Em que, em teus braços,
Sentindo teus lábios,
Pude ser deveras feliz...


2 comentários:

  1. Minha querida

    Sempre uma emoção ler-te, os teus poemas tocam-me profundamente.

    Um beijinho com carinho
    Sonhadora

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