
Aos tropeços pela vida tenho vindo,
Colhendo flores, pedras e espinhos...
Vivendo dias de amargura,
Noites de tempestade
E tempos de ventura...
Tenho amado e sido amada
E, muitas vezes, vibro deslumbrada
Já, outras, estou deveras cansada...
Às vezes pulo de anseio de viver,
Outras me encolho
No anelo de morrer...
Vida é beleza e tristeza,
Fé e descrença,
Desespero e esperança,
Certezas e dúvidas,
Chuva, sol, trevas e frio.
Sempre na corda-bamba,
Na navalha por um fio...
Vida que te amo,
Vida que te quero!
Tantas vezes te vomito...
Corres em meu sangue,
Dás cores ao meu grito.
Tu te tornas poesia
E palavras sem sentido
Naquilo que tenho escrito...
A gente vive, goza e sofre
E tenta jogar tudo em palavras,
Sons, formas e cores...
Mas Vida é coisa sem jeito
De tudo se aproveita,
Mas dela pouco sabemos
E ela vai me deixando
Sem saber se algo dela aprendi...
Olá querida Maria Luiza,
ResponderExcluirLinda, linda esta poesia! Amei, amiga!
Lindo, também, seu blog.
Quero agradecer pela visita ao Recanto da Poesia.
Obrigada, mesmo.
Virei visitá-la mais vezes para sorver estas deliciosas poesias que você faz.
Ótimo fim de semana e um afetuoso beijo.
Maria Paraguassu.