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terça-feira, 26 de abril de 2016

FIM


Virás, um dia,
ao meu encontro,
bem sei.
Quando o véu da morte
descer sobre mim, 
haverei, por fim,
de contemplar-Te o Rosto.
E compreenderei
toda a angústia,
toda a nostalgia
e todo o pranto
de que foi cheia a minha vida...
Compreenderei
a saudade sem nome
e o amor sem endereço
que viveram sempre
dentro de meu peito.
Encontrarei, então,
a terra de minha esperança,
a paz de meu sonho,
a razão da lembrança
que vivia em meus versos...

2 comentários:

  1. Maria Luiza
    O poema, numa excelente toada, historia um futuro, baseado na esperança de manter a poesia como alma.
    Beijos

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  2. Obrigada, poeta! Vc penetrou em minh'alma.
    Abraço,
    Maria Luiza

    ResponderExcluir

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