domingo, 1 de fevereiro de 2015
A MOÇA NA JANELA
Debruçada à janela,
A moça triste vê a Vida passar.
Só pode perceber a tela,
Pois a beleza da pintura lhe escapa...
Nunca compreendeu que o Amor
É semente que se planta
Para lá na frente se colher.
Se a solidão lhe povoa a alma
É porque é vazio o seu mundo interior.
Saia, moça, da janela!
E venha dançar a dança da Vida,
Que acontece lá fora!
Venha encher de cores essa tela
Para de fato viver!
Ponha um sorriso no rosto
E vista-se de princesa,
Colombina ou camponesa!
Assinar:
Postar comentários (Atom)
MEU LIVRO DE POESIA

MEU LIVRO DE POESIA
Nenhum comentário:
Postar um comentário